41-Brocha-Rodillo-Pistola
45-Exterior-Interior
Base Agua
Nanotec
Rendimiento 4-6 m2/l

Protetor Mineral

Protetor para superfícies minerais e betões, mesmo com baixa absorção, que não altera o aspeto original do suporte. Penetra em profundidade, consolidando o material, e proporciona impermeabilização mediante um eficaz efeito hidrófugo, protegendo contra a humidade e a sujidade.

Vantagens:
  • Não modifica o aspeto
  • Fácil utilização
  • Elevada resistência às intempéries
  • Grande durabilidade

Instruções de utilização :

Considerações Prévias

As superfícies devem estar limpas e secas, isentas de ferrugem, pó, gordura, salitre, humidade, etc.

Aviso sobre suportes com pH elevado

É fundamental prestar atenção ao pH do material sobre o qual vamos aplicar o revestimento. Revestimentos, barramentos, argamassas e massas com pH elevado podem provocar alterações no produto e comprometer aspetos como a sua aderência ou cor. Não aplicar sobre produtos à base de cal, silicatos ou massas e enchimentos com pH elevado; caso seja necessário aplicar enchimento, recomenda-se a utilização de massas e enchimentos Jafep, formulados com pH controlado e compatíveis com os sistemas de acabamento.

Efeitos do pH da massa na cor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

⇒ Modo de Utilização
Superfícies novas



Cimento e betão
1. Maturação do suporte

Antes de aplicar o Protetor Mineral, é essencial garantir que o suporte esteja devidamente curado

  • Tempo mínimo de cura: 28-30 dias a partir da execução do revestimento, dependendo das condições ambientais (norma UNE-EN 998-1).
  • Durante esse tempo, é fundamental evitar qualquer aplicação que impeça a carbonatação correta do cimento ou que sele a superfície prematuramente.

2. Remoção de agentes contaminantes

  • Se o betão tiver sido moldado, os agentes desmoldantes (óleos, ceras, etc.) devem ser completamente eliminados através de lavagem com detergente alcalino, água sob pressão ou, se necessário, um desengordurante
  • Também devem ser eliminados resíduos de pó, eflorescências salinas ou depósitos superficiais por meio de escovagem mecânica ou lavagem com jato de água.

3. Verificação do estado do suporte

  • As superfícies devem estar em bom estado, secas, limpas, firmes e sem partículas

4. Reparações prévias

  • Se existirem fissuras, cavidades ou defeitos superficiais, estes devem ser reparados com produtos compatíveis, tais como argamassas de reparação estrutural R2 ou R3 (de acordo com a norma UNE-EN 1504-3).
  • Após as reparações, deixar secar completamente e lixar, se necessário, para uniformizar a superfície.
  • As pequenas fissuras serão reparadas utilizando Massa Elástica Fibrada ou Massa Plástica Exterior Interior.
  • Após as reparações, deixar secar completamente e lixar, se necessário, para uniformizar a superfície.

5. Acabamento – Aplicação

Depois de o suporte ter sido devidamente tratado, e desde que sejam rigorosamente observadas todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica, a capacidade de absorção do suporte será tida em conta, dependendo disso as proporções da mistura:

    • Betão liso: tem normalmente uma baixa capacidade de absorção, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 3,5 partes de água.
    • Betão poroso: tem normalmente uma capacidade de absorção média, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 2,5 partes de água.
    • Argamassa de cimento: tem normalmente uma capacidade de absorção média a elevada, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 2 partes de água.
    • Deixe secar durante pelo menos 2-4 horas.
    • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com pincel, rolo ou pistola.
    • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.As diluições indicadas podem variar em função da porosidade, do estado e da preparação do suporte. Em superfícies muito absorventes, recomenda-se aplicar o produto até à saturação, evitando a formação de uma película superficial. É aconselhável realizar um teste prévio para ajustar o consumo e garantir uma penetração e eficácia adequadas do tratamento.

 


Tijolo

1. Estado do suporte

Antes de proceder com a aplicação do Protetor Mineral, é fundamental que o suporte se encontre limpo e seco, isento de pó, gordura, salitre ou humidade.

2. Acabamento – Aplicação

Depois de o suporte ter sido devidamente tratado, e desde que sejam rigorosamente observadas todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica, a capacidade de absorção do suporte será tida em conta, dependendo disso as proporções da mistura:

    • Tijolo de face à vista: costuma ter uma capacidade de absorção média-alta, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 2 partes de água.
    • Tijolo artesanal: costuma ter uma elevada capacidade de absorção, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 2,5 partes de água.
    • Tijolo extrudido: tem normalmente uma capacidade de absorção média-baixa, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 3 partes de água.
    • Tijolo hidrofugado: já vem tratado, terá baixa absorção superficial, com risco de penetração irregular e até mesmo de não penetração (se a hidrofugação for muito forte). Recomenda-se realizar primeiro um teste de absorção para verificar se é possível ou não a utilização do Protetor Mineral.
    • Tijolo esmaltado: superfície vitrificada ou muito compacta, sem absorção superficial, pelo que o produto não poderá penetrar. Não se aconselha a utilização do Protector Mineral neste tipo de suporte.
    • Deixe secar pelo menos durante 2-4 horas.
    • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com trincha, rolo ou pistola.
    • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.

As diluições indicadas podem variar em função da porosidade, do estado e da preparação do suporte. Em superfícies muito absorventes, recomenda-se aplicar o produto até à saturação, evitando a formação de uma película superficial. É aconselhável realizar um teste prévio para ajustar o consumo e garantir uma penetração e eficácia adequadas do tratamento.


Pedra

1. Estado do suporte

Antes de aplicar o Protetor Mineral, é fundamental que o suporte esteja limpo e seco, sem pó, gordura, salitre ou humidade.

2. Acabamento – Aplicação

Depois de o suporte ter sido devidamente tratado, e desde que sejam rigorosamente observadas todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica, a capacidade de absorção do suporte será tida em conta, dependendo disso as proporções da mistura:

    • Pedras muito porosas: costumam ter uma capacidade de absorção muito elevada, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 1 parte de água.
    • Pedras porosas: costumam ter uma elevada capacidade de absorção, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 2 partes de água.
    • Pedras compactas: costumam ter uma capacidade de absorção baixa a muito baixa, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 3,5 partes de água.
    • Pedras laminares: apresentam uma estrutura em camadas, pelo que a absorção é irregular; a capacidade de absorção dependerá do corte e do acabamento superficial. Recomenda-se realizar primeiro um teste de absorção para verificar se é ou não possível utilizar o Protetor Mineral.
    • Deixe secar durante pelo menos 2-4 horas.
    • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com trincha, rolo ou pistola.
    • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.

As diluições indicadas podem variar em função da porosidade, do estado e da preparação do suporte. Em superfícies muito absorventes, recomenda-se aplicar o produto até à saturação, evitando a formação de uma película superficial. É aconselhável realizar um teste prévio para ajustar o consumo e garantir uma penetração e eficácia adequadas do tratamento.

 

 

 

 

 

 

Superfícies antigas



Com pinturas em bom estado e de qualidade
1.Avaliação do suporte existente

Antes de aplicar o Protetor Mineral, é imprescindível verificar se a pintura anterior cumpre as seguintes condições:

  • Boa aderência: Não deve apresentar lascas, bolhas, fissuras nem descolamentos ao passar uma espátula ou realizar um teste de aderência (corte em grelha segundo a norma UNE-EN ISO 2409)..
  • Superfície estável, limpa e mate: Sem brilho superficial, resíduos de sujidade, pó, gordura, fuligem, salitre ou contaminantes.
  • Verifique a absorção do suporte, uma vez que o Protetor Mineral necessita de penetração capilar; por esse motivo, se o suporte não for absorvente, o seu funcionamento será impedido.

2. Limpeza da superfície

  • Lavar com água e detergente neutro se houver resíduos de pó, manchas ou contaminantes.
  • Em áreas exteriores, é aconselhável limpar com água a pressão moderada e, em caso de presença de bolor, fungos, musgo ou algas, utilizar o Limpador de Manchas de Humidade Jafep ou, em alternativa, uma solução de hipoclorito de sódio diluído (lixívia doméstica ao 50%), deixar atuar durante 15 minutos e enxaguar com água em abundância.
  • Enxague bem e deixe secar completamente antes de aplicar o novo produto.

3. Matização de superfícies brilhantes

  • Se a pintura existente tiver um acabamento acetinado ou brilhante, é muito provável que o suporte não tenha capacidade de absorção, pelo que é aconselhável realizar um teste prévio cujo primeiro passo será lixar suavemente toda a superficie com uma lixa de grão fino (180-220) para abrir o poro e garantir a penetração e a aderência do novo produto. Se, mesmo assim, não se observar capacidade de absorção, recomenda-se não aplicar.
  • O pó resultante deve ser completamente removido com uma escova ou aspirador

4. Compatibilidade do suporte

  • O Protetor Mineral é compatível com revestimentos anteriores do tipo:
    • Acrílico à base de água
    • Vinílico
    • Revestimentos pétreos ou pliolite à base de água
  • Em caso de dúvida quanto ao tipo de tinta antiga, recomenda-se realizar previamente um teste de aderência.

6. Acabamento – Aplicação

Após tratar corretamente o suporte, e tendo em conta todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica, deve-se considerar a capacidade de absorção do suporte, da qual dependem as proporções da mistura:

  • Em suportes geralmente pouco porosos: costuma ter uma capacidade de absorção baixa a muito baixa, pelo que a proporção da mistura (produto : água) será de 1 parte de produto para 3,5 partes de água.
  • Aconselha-se realizar primeiro um teste de absorção para verificar se é ou não possível utilizar o Protetor Mineral.
  • Deixe secar durante pelo menos 2-4 horas.
  • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com trincha, rolo ou pistola.
  • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.

 


Com pinturas em mau estado
1.Avaliação do suporte

Considera-se que uma pintura está em mau estado se apresentar algum dos seguintes sintomas:

  • Descascamento, bolhas, ou perda de aderência.
  • Rachaduras ou fissuras visíveis no revestimento.
  • Superfície farinhenta ou com pó (solta pó ao esfregar).
  • Mofo, musgo ou algas visíveis.
  • Eflorescências salinas, manchas de humidade ou carbonatação do suporte.

2. Remoção de revestimentos defeituosos

  • Remova completamente todas as camadas de tinta soltas, rachadas ou degradadas através de:
    • Escova de arame manual ou mecânica.
    • Raspagem com espátula ou espátula mecânica.
    • Lixagem ou projeção de água sob pressão (se o suporte o permitir).
  • Certifique-se de que se chega a uma superfície em bom estado e estável.

3. Tratamento de microrganismos

  • Em zonas com presença de bolor, fungos, verdete ou algas, utilizar o Limpador de Manchas de Humidade Jafep ou, em alternativa, uma solução de hipoclorito de sódio diluído (lixívia doméstica a 50%), deixar atuar 15 minutos e passar com água abundante.
  • Enxaguar bem e deixar secar completamente antes de aplicar o novo revestimento.

4. Limpeza e secagem

  • Remova o pó, restos de lixagem ou resíduos com uma escova ou ar comprimido.
  • Deixe o suporte secar completamente antes de aplicar os produtos.

5. Acabamento – Aplicação

Após o suporte ter sido devidamente tratado, e tendo em conta todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica:

    • O Protetor Mineral só deve ser aplicado se o suporte mineral original tiver sido recuperado.
    • Aconselha-se realizar primeiro um teste de absorção para verificar se é ou não possível utilizar o Protetor Mineral.
    • Deixe secar durante pelo menos 2-4 horas.
    • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com trincha, rolo ou pistola.
    • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.

 


Em superfícies com bolor
Risco técnico

A presença de microrganismos como bolor, fungos, algas ou musgo indica:

  • Problemas de humidade persistente, condensação ou pouca ventilação.
  • Suportes com elevada porosidade e baixa impermeabilidade.
  • Falta de manutenção ou utilização de tintas sem conservantes adequados.

Pintar sem resolver adequadamente estes problemas fará com que voltem a surgir.

1.Avaliação da extensão e causa

  • Determine se o problema afeta apenas a superfície ou se está relacionado com humidades estruturais (capilaridade, infiltrações, falta de isolamento, etc.).
  • Se for um problema estrutural, corrigi-lo antes de pintar: canalizações, juntas, impermeabilização de coberturas ou paredes.

2. Eliminación mecánica inicial

  • Remova por meios mecânicos (escova de cerdas duras, espátula ou raspador) toda a vegetação superficial, bolor visível, manchas pretas ou musgo aderido.

3. Desinfeção profunda

Aplique um tratamento biocida:

  • Utilizar o Limpador de Manchas de Humidade Jafep.
  • Em alternativa, hipoclorito de sódio diluído (água sanitária a 50%): aplique com pincel ou pulverizador, deixe atuar durante 15-30 minutos e enxague abundantemente com água limpa.

Repita o tratamento, se necessário, até eliminar toda a presença biológica. 4.

4. Secagem completa

  • É indispensável que o suporte esteja completamente seco e limpo antes de aplicar qualquer revestimento.
  • Aguarde pelo menos 24-48 horas, dependendo das condições ambientais.

5. Acabamento – Aplicação

Após tratar corretamente o suporte, e tendo em conta todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica, deve-se considerar o tipo de suporte e a sua capacidade de absorção, dependendo disso as proporções da mistura:

  • Verifique os suportes, tendo em conta a sua capacidade de absorção e a proporção de mistura descritas na ficha técnica.
  • Deixe secar durante pelo menos 2-4 horas.
  • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com trincha, rolo ou pistola.
  • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.

8. Prevenção futura

  • Assegure uma boa ventilação, drenagem e evacuação de água nas fachadas.
  • Evite acumulações de água em cornijas, molduras, calhas ou outros elementos arquitetónicos.

Em superfícies com salitre
Risco técnico

O salitre (eflorescências salinas) manifesta-se sob a forma de manchas esbranquiçadas, cristalizações ou depósitos pulverulentos na superfície. Aparece quando:

  • A água sobe por capilaridade do subsolo ou infiltra-se do exterior.
  • Ao evaporar, a água deixa na superfície os sais solúveis presentes no suporte (nitratos, sulfatos, cloretos).

Não se deve pintar sobre salitre ativo, pois:

  • Leva à descolagem da tinta.
  • Aumenta a absorção de água e a deterioração do suporte.
  • Provoca o aparecimento de bolhas, manchas e repinturas prematuras.

1.Diagnóstico do problema

  • Verifique se há humidade ativa no suporte (manchas húmidas, toque frio, cheiro a mofo).
  • Identifique a origem: humidade ascendente, infiltração lateral, fugas ou condensação.

Se houver humidade estrutural, esta deve ser corrigida antes de qualquer tratamento superficial através de:

  • Barreiras anti-humidade.
  • Isolamento de paredes enterradas.
  • Reparação de fugas ou calhas.

2. Eliminação de eflorescências

  • Remova completamente os sais superficiais com:
    • Escova de pêlos duros ou espátula.
    • Ar comprimido ou lavagem com água a pressão moderada (se o suporte permitir).
  • Nunca lixe a seco, pois isso pode redistribuir o salitre e contaminar a área.

3. Neutralização química (se persistir)

  • Se o salitre for muito resistente, pode aplicar-se uma uma solução diluída de ácido acético ou ácido clorídrico ao 15% (salfumán doméstico ao 50% em água), deixar atuar durante alguns minutos e enxaguar abundantemente com água.
  • Atenção: realize testes prévios para evitar danificar o suporte.

4. Secagem completa

  • Deixe a superfície secar completamente, de preferência durante vários dias, até se certificar de que o salitre não aparece após a limpeza.

5. Acabamento – Aplicação

Após tratar corretamente o suporte, e tendo em conta todas as recomendações e avisos descritos nesta ficha técnica, deve-se considerar o tipo de suporte e a sua capacidade de absorção, dependendo disso as proporções da mistura:

  • Verifique os suportes, tendo em conta a sua capacidade de absorção e a proporção de mistura descritas na ficha técnica.
  • Deixe secar durante pelo menos 2-4 horas.
  • Uma vez que cada superfície apresenta diferentes graus de absorção, recomenda-se a realização de testes preliminares no material ou superfície a tratar, de modo a obter os resultados desejados. Pode ser aplicado com trincha, rolo ou pistola.
  • Aconselha-se cobrir na totalidade o suporte recentemente tratado, para proteger da chuva, com o objetivo de garantir o desenvolvimento completo da repelência à água.

6. Prevenção futura

  • Assegure uma boa ventilação, drenagem e evacuação de água nas fachadas.
  • Evite acumulações de água em cornijas, molduras, calhas ou outros elementos arquitetónicos.

7. Manutenção preventiva

  • Verifique periodicamente se há novas manchas brancas.
  • Verifique se o sistema de evacuação de água (calhas, sarjetas, juntas de dilatação) está em bom estado.
  • Evite que elementos metálicos ou betões salinos contaminem o suporte a partir do interior.

 

⇒ Guia rápido sobre patologias e o seu tratamento prévio
Incompatibilidade entre demãos

Patologia
Causa / Aparência
Tratamento prévio recomendado
Prevenção recomendada
Descascamento / Empolamento Perda de aderência; bolhas, áreas soltas Eliminar camadas soltas, lixar, limpar, aplicar Sellacryl Jafep ou primário segundo o suporte Evitar aplicar em superfícies húmidas ou com má aderência
Humidade por capilaridade Humidade ascendente proveniente do solo; manchas persistentes na parte inferior da parede Interromper a capilaridade (barreira química ou física). Garantir a drenagem e a ventilação dos rodapés
Humidade por infiltração Humidade devido a juntas, fissuras ou má vedação; bolor ou descascamentos em determinadas zonas Reparar fissuras e vedar juntas. Em casos de problemas recorrentes de infiltração, é mais recomendável a utilização de impermeabilizantes como o Telacril Jafep
Contaminação superficial Resíduos de pó, gordura, fumo e sujidade ambiental Limpeza com água a pressão, detergentes neutros e desengordurantes, se necessário Limpeza regular
Biodeterioração ( bolor, algas, fungos) Manchas pretas, esverdeadas ou avermelhadas; proliferação biológica Lavar com água + limpador de manchas de humidade Jafep, deixar atuar e remover. Pétrex5 Liso Atmh protege contra a biocontaminação
Alcalinidade Suportes novos com excesso de cal livre (cimento/betão); risco de efervescência Deixe curar durante pelo menos 28 dias, lave com água ou com uma solução ácida suave (salfumán Jafep diluído) Respeitar os tempos de cura, utilizar fundos fixadores compatíveis
Carbonatação Perda de pH por reação com CO₂; enfraquecimento da camada superficial de betão Decapar a camada danificada, aplicar Sellacryl Jafep ou fundo compatível. Em casos de carbonatação, é mais recomendável utilizar Aural Fachadas Grafeno.
Gizagem (pó branco ao esfregar) e suportes pulverulentos ou degradados Degradação superficial de tintas velhas, giz ou pó branco. Superfície arenosa, desfaz-se ao esfregar (rebocos velhos, argamassas soltas) Remover por escovagem/lavagem a pressäo, aplicar Sellacryl Jafep antes de pintar Usar tintas resistentes aos raios UV e ao envelhecimento como Pétrex5 Liso Atmh
Fendas e fissuras Abertas ou fechadas; por assentamentos, movimentos estruturais ou retração Abrir, limpar e preencher com massa elástica Jafep em fendas inferiores a 5 mm ou argamassa técnica conforme o caso. Aplicar Sellacryl Jafep Usar tintas elásticas ou revestimentos com colmataçäo de fissuras
Eflorescências salinas Manchas esbranquiçadas (sais) em suportes minerais por humidade Escovar, lavar com água doce, deixar secar bem antes de pintar Evitar pintar com humidade residual, selar bem juntas e usar Sellacryl Antisalitre
Descolgamento Perda de película por excesso de carga ou má aplicação Lixar e eliminar película defeituosa, repintar em demãos mais finas e controladas Respeitar a viscosidade, não sobrecarregar o suporte
Rastos de caracol Marcas brillantes o blanquecinas por mucosa seca Limpar com água a pressão ou escova húmida; se persistir, lixar suavemente Evitar pintar em dias húmidos ou com rastos de caracol visíveis
Formação de rugas, rechupados ou bolhas após repintar (por solventes, pH, etc.) Lixar e eliminar película defeituosa e aplicar Sellacryl Jafep Usar os produtos recomendados nesta ficha técnica.
Aderência deficiente do suporte novo
Exemplo: esboço novo mal curado ou com pó de obra. Muito frequente em obra nova. Limpar e fixar com fixador Sellacryl Jafep Evita-se com limpeza e Sellacryl Jafep
Expansão por gelo
Descascamentos ou roturas em zonas exteriores por ciclos de gelo/degelo Eliminar camadas soltas, lixar, limpar, aplicar Sellacryl Jafep ou primário conforme o suporte Em zonas frias ou fachadas orientadas a norte, impermeabilização e revisão das juntas de dilatação do suporte.
Corpos estranhos embutidos
Buchas, pregos oxidados, espumas, restos de silicone, etc. Se não forem eliminados antes de pintar, geram manchas ou desprendimentos
Manchas de óxido Castanhas-alaranjadas, sobretudo em zonas com pregos ou malhas metálicas Necessitam de tratamento com Neutralizador de Óxido Jafep Realizar uma boa manutenção anticorrosiva dos elementos metálicos, por exemplo com Esmalte Ox de Jafep
Tinta envelhecida não identificável
Tinta antiga que não se sabe se é acrílica, siloxânica, de silicato… Devido ao risco de incompatibilidade ou má aderência, recomenda-se teste de aderência e inclusive a sua eliminação completa.


Apresentação:

750mL e 4L


Naturaleza:

Dispersão aquosa de copolímeros acrílicos e compostos organosilícicos (silanos e siloxanos)

Propriedades:

O Protetor Mineral apresenta uma elevada hidrofobicidade que lhe permite repelir eficazmente a água, atuando como impermeabilizante sem comprometer o comportamento do suporte. Mantém uma boa respiração do vapor de água, facilitando a evacuação da humidade interna e evitando condensações. Além disso, impede a penetração da sujidade, contribuindo para manter as superfícies limpas durante mais tempo. Destaca-se também pela sua grande capacidade de penetração no suporte, o que favorece a sua consolidação e melhora a durabilidade do tratamento.

Cor do produto: Transparente
Aspeto: Mate
Tipo: al_agua
Diluente: Agua
Secagem: 2-4 horas
Rendimiento: 4 - 6 m2/L/demão (variável consoante o soporte)
Repintura: 6 horas
Ferramenta: Trincha, rolo, pistola ou airless
Vídeos:

Ficha de segurança

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